7 Coisas Que O Filho De Pastor Precisa De Seu Pai

28 de noviembre de 2022

Pastores, sua posição é demandante, e essas demandas trazem lutas


particulares à sua família. A esposa de um pastor leva uma grande carga, mas em geral ela entra no ministério de forma voluntária. Os filhos do pastor, porém, são arrastados pela corrente da vocação de seus pais. Frequentemente é uma vida de necessidades e lutas sem igual. Estas lutas muitas vezes decorrem dos fracassos do pai. Isso não é para pôr toda a culpa nos pastores dos problemas de seus filhos.


Mas é para dizer aos pastores que têm que trabalhar para ser bons pais.


Meu próprio pai tem trabalhado muito nessa área. Ele tinha seus pontos cegos e fracos que tem sido uma fonte de tensão entre mim e ele. Mas hoje em dia, em seus 33 anos de ministério pastoral, nunca tem deixado de ser um pai melhor. Enquanto escrevia isso, pensava em seus fracassos, mas também pensava em seus sucessos.


Muitos por sinal. Também pensei nas dúzias de conversas que temos tido com colegas, filhos de pastores, sobre essas lutas e suas relações com seus pais. Assim que meu relato não é produto da amargura de coração ou algum desejo de expor os defeitos de um bom homem. Eu amo meu pai. Meu desejo é ajudar a evitar certas lutas e derrotas de outros pastores e seus filhos.


Então, aqui estão os sete aspectos importantes que um pastor pode considerar para ser um bom pai para seus filhos.


Pastores, seu filho precisa...

1. UM PAI, ÑAO UM PASTOR

Sim, vocês estão chamados a pastorear a sua família, mas os filhos de pastores querem um pai, alguém que vai brincar com eles, protegê-los, fazê-los rir, amar sua mãe, dar abraços, prestar atenção, ensiná-los a fazer um orçamento, como trocar o óleo e como pegar uma bola. Queremos amor e carinho comprometidos. Queremos um pai que não seja um workaholic (viciado no trabalho). É hipócrita chamar sua congregação para uma vida de evangelismo apaixonado, amor e sacrifício, negligenciando sua própria família. Se um corretor de hipotecas ou vendedor trabalha muito duro por 60 horas por semana, você também trabalha. Saia de seu trabalho e esteia lá para seus filhos. Seus filhos vão cuspir em seu pastorado se perderem a paternidade.

2. CONVERSAS, ÑAO SERMÖES

Os sermões são uma forma eficaz de comunicar uma verdade bíblica a uma congregação, mas não a seus filhos (ou esposa). Pregar o tempo todo para seus filhos atrapalhará a Bíblia aos seus olhos, eles o verão como algo chato e esmagará a paixão que você está tentando alcançar neles. Converse com seus filhos sobre a Bíblia de uma maneira que seja interessante, aplicável e coloquial. Ajude-os a ver a Bíblia como parte normal da vida. Em vez de dar lições, aprofunde sua conversa com a cosmovisão bíblica para ajudar seus filhos a formar seus objetivos de vida. Dessa forma, eles pensarão que também podem interagir com este importante livro. Os sermões em casa irá separá-los da Palavra, pois implica que só aqueles muito estudiosos podem entendê-la.

3. SEU INTERESSE EM SEUS HOBBIES

Jonathan Edwards pode ser seu herói, ou Seth Godin sua musa, mas sua filha da primeira série não se importa muito.


Sua linguagem de amor é brincar de Barbie e dançar. Seu filho quer construir um forte de Lego, vencê-lo no Xbox ou aprender os movimentos de seu esporte favorito. Seus hobbies são


apenas dele, mas o grau em que ele se envolve nos interesses de seus filhos fala de um amar que os impacta.

4. DEDIQUE TEMPO ESTUDANDO - OS

É mais difícil ser capaz de passar tempo com as crianças à medida que crescem.


Então gaste tempo estudando-as, assim como você estuda seu léxico grego. Eles são mais importantes, afinal de contas.


Seu filho que está no último ano do ensino médio gostaria de sair com você para comer uma pizza ou simplesmente ficar em casa assistindo futebol numa tarde de


sábado? Sua filha adolescente quer que você a leve para fazer compras ou tomar um café? Talvez eles não queiram recreação, mas sim ajuda. Então fale sobre os desafios que estão tendo com seus amigos, ou problemas de álgebra, ou qualquer outra coisa que os esteja pressionando. Aprenda essas coisas, mesmo que pareça que não há respostas certas. Os adolescentes são difíceis, eles tratam os pais como se fossem idiotas o tempo todo. Mas esses atos, quando feitos constantemente, se multiplicam. Mostre-Ihes um padrão para que, quando seus filhos terminarem de pensar que você é um idiota, eles possam ter um caminho para trilhar com você.

5. CONSISTÊNCIA DE SUA PARTE

Ninguém pode chamá-lo de hipócrita mais rápido do que seus filhos (e esposa) e nada o fará perder mais espaco em seu lar do que isso. Se você estiver domingo no púlpito e falar sobre graça depois de passar a sexta-feira e o sábado reclamando de sua família, a graça parecerá barata e pouco atraente


para seu filho sentado na segunda fila.


No entanto, se você tratar seu filho como se precisasse de sua graça e perdão por seu terrível comportamento, você pode abrir a porta para a graça de Deus. (E usar frases como "eu tive uma atitude horrível" soa mais específico ao momento de pedir desculpas).


Se você agir como um grande pastor no púlpito, mas como um assalariado isolado


em casa, seus filhos verão a igreja e tudo o que a acompanha como uma farsa. Se você encoraja os outros a levar uma vida de alegria, mas reclama constantemente, ou exorta seu povo a levar uma vida de sacrifício, mas é preguiçoso, ninguém descobrirá mais rapidamente que aqueles em casa. Para sua família, suas interações com Deus e com ela são muito mais importantes que seus sermões dominicais.

6. OFERECER GRAÇA AO FALHAR

Os pastores falam muito sobre a graça.


É a base de nossa salvação e a fonte de nossa esperança. Mas quando chega a hora da verdade, você oferece graça suficiente para seus filhos? Os filhos dos pastores sentem uma enorme pressão para serem "bons" e confiar na Bíblia para todas as coisas. Mas muitas vezes não somos bons e muitas vezes não temos confiança na


realidade bíblica. Nós pecamos e a dúvida nos assalta como todos os outros. Mas quando o fazemos; o caminho para a restauração e a paz muitas vezes parece uma jornada impossível de percorrer. Nos é permitida a mesma graça ao falhar ou duvidar (assumindo que a graça é pregada em sua congregação)?

7. UM SÓ PADRÃO MORAL

A graça que os filhos dos pastores precisam é viver sob um único padrão moral. A maioria deles sente a pressão da profissão sacerdotal de seus pais sobre seus padrões morais. As qualidades que um pastor e presbítero deveriam ter descrito em 1 Timóteo e Tito parecem uma ameaça para os filhos dos pastores: “Se você errar, seu pai não apenas ficará mal, mas também perderá o emprego”. Esses padrões são os mesmos que todo cristão deve ter em mente e seguir, bem como ensinar aos outros. O pai de mais ninguém corre o risco de ficar desempregado se o filho for rebelde, mas os pais de PK correm. A pressão adicional de ser moralmente honesto não ajuda seus corações. Essa prática promove um ambiente em suas almas em que a tentação de se rebelar e a tentação de ser hipócrita batalham com o desejo de honrar Jesus e os pais de seus pastores.


Vocês já ouviram que foi dito: Os filhos dos pastores devem ser mais santos do que seus pares e seus pais devem criá-los melhor, mas não é o que Jesus disse, Ele diz a todos nós:


“Sejam santos porque eu sou santo.” É assim que deve ser.

22 de marzo de 2023
Hubo un momento en la nación de Israel, cuando la generación de sus grandes líderes fundadores había pasado a la historia.
22 de marzo de 2023
Era el 2 de noviembre del 2017 cuando todo comenzó. Tenía poco de haber cumplido 18 años.
22 de marzo de 2023
¿Por qué los hijos de pastores necesitan oración?  ¿Qué los hace tan especiales? En realidad, nada.
28 de noviembre de 2022
TEUS PAIS SÃO PASTORES?
28 de noviembre de 2022
Uma de minhas primeiras lembranças da igreja é estar sentado num dos bancos de cedro na frente. Por alguma razão, os filhos de pregadores e pastores sempre se sentam na frente. Alguém já teve a brilhante ideia de fazer os outros pensarem que quanto mais na frente se senta na igreja, mais "santo" ou mais "cristão" é? Enfim, minha memória é estar naquele banco e ver uma irmã apontando seu dedo para o meu rosto e dizer: "Junior, você tem que se comportar bem porque seu pai está pregando!" Hoje, 30 anos mais tarde, ainda não entendo o que a irmãzinha estava tentando me dizer. O qué? Quer dizer que se meu pai NÃO estivesse pregando então eu poderia me comportar mal? Não quero soar pouco esperto, mas o que tinha a ver o fato de meu pai estar pregando com o fato de eu me comportar bem? Por acaso não deveríamos todos nos comportar bem, sem importar quem esteja pregando? Ah, os grandes mistérios do nosso universo! Acho que não há muito mistério. Acredito que é obvio o sério problema que enfrentam como igreja aqueles que são filhos de "lideres" ou "pastores". Ao mesmo tempo, não quero colocar o problema fora de proporção. Há muitos filhos de líderes cristãos que não tiveram os tipos de problemas de rebelião que geralmente nos são atribuídos. Tivemos problemas, sim, mas não preenchemos o perfil que geralmente (e muitas vezes erroneamente) é atribuído aos filhos de pastores. Quero ser claro aqui, sei que não fui uma criança merecedora do diploma ao melhor comportamento. Quando criança eu não precisava de oração, acho que precisava de libertação! Basta perguntar aos meus professores de Escola Dominical ou aos colegas de ministério de meus pais. Não me lembro muito bem, mas acho que quando eu entrava no prédio da Escola Dominical nas manhãs de domingo, os professores não diziam: "Uau, lá vem Júnior", acho que diziam: "Uau, lá vem o gadareno" E julgando minhas memórias agora como uma pessoa mais velha, tenho que concordar que meus pobres professores estavam certos!
28 de noviembre de 2022
Katy Perry. Rick Warren. Anne Graham Lotz. Franklin Graham. Jonas Brothers. Frank Schaefer. Jessica Simpson. Todos esses nomes, por mais díspares que pareçam, têm algo em comum: todos são filhos de pastores.Katy Quando se trata de filhos de pastores, os estereótipos abundam. Primeiro, é o menino modelo, vivendo de acordo com o livro de regras e segue os passos do pai ministro. Em muitas igrejas, isso é uma expectativa e um estereótipo. No entanto, talvez o estereótipo dominante de filho de pastor seja o filho pródigo: o filho rebelde que caiu da fé, o reincidente que prefere seguir seu próprio caminho a viver à sombra da torre do sino. A suposição subjacente desse estereótipo, no entanto, é que os cristãos acreditam que aqueles que crescem na igreja são 'mais rápidos a deixá-la. E como acontece com qualquer estereótipo, vale a pena dar uma olhada para ver se alguma dessas percepções é realmente verdadeira. Afinal, os citados acima escolheram diferentes caminhos. Alguns assumiram voluntariamente o ministério como seu próprio chamado, enquanto outros se desligaram completamente da fé cristã, e ainda outros passaram por um período de rebelião apenas para voltar com um renovado senso de propósito espiritual. tendência tão grande como muitas vezes é percebida? O último estudo de Barna colocou essas questões a prova, com resultados surpreendentes.
28 de noviembre de 2022
ARE YOUR PARENTS PASTORS?
28 de noviembre de 2022
One of my earliest memories of the church is sitting on one of the cedar pews right at the front of the sanctuary. For some reason, pastors’ kids and preacher’s kids are always to be seated in front. Someone at some point had the brilliant idea of making others think that the further in the front one sit in the church, the more “holy” or “Christian” they are. In short, my memory is sitting on the bench and looking at a sister in Christ who, with her finger pointing at my face, told me: "Junior, you have to behave well because your dad is preaching!" Today, 30 years later, I still don't understand what the woman was trying to tell me. What, you mean if my dad was NOT preaching then I could misbehave? I don't want to sound tacky, but what did the fact that my dad was preaching have to do with me being good? Shouldn't we all be good all the time no matter who is preaching? Ah, the great mysteries of our universe! I don’t think there’s much mystery on this topic. I think it is obvious that as a church we face serious problems with those who are the children of “Leaders” or “Pastors”. In the same line of thought, I don’t want to blow this problem out of proportion. There are many of us, who had not rebelled and did not have the kind of problems that are generally associated with us. We have had problems, yes, but not that they necessarily fit the profile or reputation generally (and many times wrongly) attributed to the Pastors’ Kids.
28 de noviembre de 2022
Pastors, your position is demanding, and those demands bring particular struggles to your family. A Pastor's wife carries a heavy load, but she usually enters the ministry voluntarily. The children of a Pastor, however, are swept away by the current of their parents' vocation. It is often a life of unparalleled needs and struggles. These struggles often stem from the father's failures. This is not to place all the blame on Pastors for their children's problems. However, it is to tell the Pastors that they must work on being good parents. My own father has worked on this a lot. He has his blind spots and weaknesses that could be a source of tension between him and me. But to this day, in his 33 years of pastoral ministry, he has never stopped trying to be a better father. As I was writing this I was thinking about his failures, yes, but I was also thinking about his successes. Many by the way. I also thought about dozens of conversations I've had with fellow Pastors' Kids about such struggles and their relationships with their parents. So, my writing is not the product of bitterness of heart nor some desire to expose the faults of a good man. I love my dad. My desire is to help avoid certain struggles and defeats of other Pastors and their children. So, here are seven important aspects that a Pastor can consider in order to be a good father to his children. Pastors, your child needs...
27 de noviembre de 2022
Katy Perry, Rick Warren, Anne Graham Lotz, Franklin Graham, Jonas Brothers, Frank Schaefer, Jessica Simpson. All these names, however disparate they may seem, have something in common: they are all Pastors’ Kids. When it comes to the Pastors’ Kids, stereotypes abound. First, there is the model child, who lives by the rule book and follows in the footsteps of his minister father. In many churches, this is both an expectation and a stereotype. Perhaps the dominant stereotype of the Pastor's Kid, however, is the prodigal son: the wayward son, the rebel who has strayed from the faith, the backslider who would rather go his own way than live in the shadow of the steeple.  The underlying assumption of this stereotype, however, is that Christians believe that those who have grown closest to the church are the quickest to leave. And as with any stereotype, it's worth taking a closer look to see if any of these perceptions are actually true. After all, those named above have chosen different routes. Some have voluntarily assumed the ministry as their own vocation, while others have completely disassociated themselves from the faith. Christian, and others have gone through a period of rebellion only to return with a renewed sense of spiritual purpose. So, where does this stereotype of the Pastor’s prodigal son come from? Are those who grow up as children of faith workers really more likely to “disappear” from the church later in life? And is it as big a trend as it is often perceived to be? Barna's latest study put these questions to the test, with surprising results.
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