Um ERRO não Define Você

28 de noviembre de 2022

TEUS PAIS SÃO PASTORES?

Você nasceu numa família cristã? Se sua resposta foi "sim" a alguma destas perguntas, continua lendo, porque tenho algumas palavras para você.


Se em algum momento de sua vida você teve pensamentos como "Por que eu tinha que viver nesta família?" "Eu teria preferido que meus pais não fossem pastores" "Por que temos que ser cristãos?". Não se sinta mal; você não é o único porque eu também pensei assim. Muitas vezes me perguntei por que meu pai não era um membro normal da igreja, sem tantos compromissos e pessoas a seu cargo. Tanto que queria que acabassem com as limitações de fazer parte da família pastoral. Mas não pense que estou dizendo tudo isso para fazer você fugir e se rebelar. Fique quieto, isso está apenas começando. Como é bem sabido, a adolescência é o período mais difícil para o ser humano. Você começa a descobrir emoções que não conhecia e quer experimentar certas coisas.


Na maior parte do tempo, eu estava em toda a atividade da igreja, mas eu não amava, eu não sentia isso como parte de mim em determinado momento. Cumpria as instruções de obedecer aos meus pais e, embora o temor de Jeová sempre esteve em meu coração, me faltava paixão por Ele, não havia dado o passo de fé. Então, eu passei por.


aquele período de frieza porque o que eu queria era me envolver com o que nós jovens gostávamos:


passear com amigos, seguir celebridades obsessivamente, copiar o que os outros faziam, fazer atividades escolares, entre outras coisas.


Não tomei decisões negativas, como matar aula ou mentir para meus pais. Simplesmente, naquela época, "as coisas de Deus" não eram minha prioridade.


Nessa fase, pensei várias vezes que o fato de viver todos os dias com um pastor me sobrecarregava, pois tudo ao me redor era a igreja.

A paixão chegou, como sempre, e com ela o que a maioria dos adolescentes quer experimentar: borboletas no estômago, olhos brilhantes, palavras bonitas, poemas e presentinhos. No percurso cometi um erro que, embora não fosse algo para me enforcar ou crucificar, senti que havia decepcionado meus pais. Eu me apaixonei por um garoto quando eu tinha 13 ou 14 anos. Foi meu primeiro namorado oculto. Naquele caso de amor de crianças, demonstramos carinho em um lugar público, então várias pessoas nos viram e transmitiram a mensagem aos meus pais. Eu sabia que o que eu tinha feito não era bem-visto, além do fato de que nessa idade não temos maturidade suficiente para ter um relacionamento. Certamente, não estamos isentos de ter sentimentos por alguém, mas é melhor não exagerar e falar sobre esses sentimentos com nossos pais.


Naquele dia, no jantar, eu não queria comer. Fiquei com muito medo pensando no que meus pais diriam quando descobrissem o que aconteceu à tarde. Além de ter o temor de Deus em meu coração, um dos maiores medos era o de decepcioná-los.


Bem, foi assim que aconteceu e com isso descobri o quão ruim pode ser para o filho de um pastor cometer um erro.


Você já fez algo de que se arrepende? Você se sente angustiado por esse erro que o persegue?


Agora que me lembro, senti o mesmo e acho que não foi grande coisa, mas naquela idade o mais difícil para mim era lidar com fofocas. As pessoas diziam que eu era uma má influência. As pessoas vão exagerar, contar a história e dizer coisas além, fazer você se sentir mais culpado do que já se sente.


É bom que você saiba que nada do que você fez define você ou é o fim de sua história. Tudo isso é apenas parte das dificuldades pelas quais devemos passar para alcançar o propósito de Deus em nós.

RECONHECENDO O PROPÓSITO

No início fiz algumas perguntas e tenho certeza de que você respondeu todas ou algumas afirmativamente, mas verifique se você se perguntou o seguinte:


Por que Deus permite o que acontece em sua vida?


Qual é o propósito?


Na verdade, eu não sabia qual era o propósito de nascer em um lar cristão, nunca questionei, mas também não analisei. O livro "Uma Vida com Propósito", escrito por Rick Warren (2003), n segundo dia fala sobre o fato de que não somos um acidente, que tudo foi calculado friamente por Deus, como, por exemplo, onde nasceríamos, quem seriam nossos pais, nossa cor de pele, entre outros.


Tudo foi planejado por Ele, não é coincidência. Da mesma forma, no poema "Você é Quem Você é", de Russel Kelfer (s.f.), há um verso que diz:


"Aqueles que você tem como pais Ele escolheu, Apesar de como você se sente sobre isso, De acordo com seu plano Ele os escolheu, Do Mestre eles levam seu selo"

Neste momento entendo que tudo o que vivi na adolescência foi para escrever estas linhas para você. O Senhor sabia que minhas experiências ajudariam alguém a encontrar seu caminho. Você já pensou sobre o propósito para o qual você está nessa familia ou o que Deus está procurando por trás de tudo que você vivenciou? Você já perguntou a quem sabe tudo? A melhor maneira de saber qual é o seu propósito de vida é perguntar a quem o criou. Quais seriam as melhores perguntas para Deus? Por que isso aconteceu com você? Qual é o ensinamento por trás de tudo isso? Não existe pergunta certa, você deve formular as perguntas-chave para si mesmo, mas, acima de tudo, espera n'Ele, na Sua resposta.


Mesmo que você ache que é tarde, espere por Ele.


Naquele momento em que você precisa de uma resposta, você pode não ouvir a voz de Deus, mas pode ir para o plano B: A Bíblia. Ler a Bíblia é outra maneira de ouvir a voz poderosa do Grande Eu Sou.

22 de marzo de 2023
Hubo un momento en la nación de Israel, cuando la generación de sus grandes líderes fundadores había pasado a la historia.
22 de marzo de 2023
Era el 2 de noviembre del 2017 cuando todo comenzó. Tenía poco de haber cumplido 18 años.
22 de marzo de 2023
¿Por qué los hijos de pastores necesitan oración?  ¿Qué los hace tan especiales? En realidad, nada.
28 de noviembre de 2022
Uma de minhas primeiras lembranças da igreja é estar sentado num dos bancos de cedro na frente. Por alguma razão, os filhos de pregadores e pastores sempre se sentam na frente. Alguém já teve a brilhante ideia de fazer os outros pensarem que quanto mais na frente se senta na igreja, mais "santo" ou mais "cristão" é? Enfim, minha memória é estar naquele banco e ver uma irmã apontando seu dedo para o meu rosto e dizer: "Junior, você tem que se comportar bem porque seu pai está pregando!" Hoje, 30 anos mais tarde, ainda não entendo o que a irmãzinha estava tentando me dizer. O qué? Quer dizer que se meu pai NÃO estivesse pregando então eu poderia me comportar mal? Não quero soar pouco esperto, mas o que tinha a ver o fato de meu pai estar pregando com o fato de eu me comportar bem? Por acaso não deveríamos todos nos comportar bem, sem importar quem esteja pregando? Ah, os grandes mistérios do nosso universo! Acho que não há muito mistério. Acredito que é obvio o sério problema que enfrentam como igreja aqueles que são filhos de "lideres" ou "pastores". Ao mesmo tempo, não quero colocar o problema fora de proporção. Há muitos filhos de líderes cristãos que não tiveram os tipos de problemas de rebelião que geralmente nos são atribuídos. Tivemos problemas, sim, mas não preenchemos o perfil que geralmente (e muitas vezes erroneamente) é atribuído aos filhos de pastores. Quero ser claro aqui, sei que não fui uma criança merecedora do diploma ao melhor comportamento. Quando criança eu não precisava de oração, acho que precisava de libertação! Basta perguntar aos meus professores de Escola Dominical ou aos colegas de ministério de meus pais. Não me lembro muito bem, mas acho que quando eu entrava no prédio da Escola Dominical nas manhãs de domingo, os professores não diziam: "Uau, lá vem Júnior", acho que diziam: "Uau, lá vem o gadareno" E julgando minhas memórias agora como uma pessoa mais velha, tenho que concordar que meus pobres professores estavam certos!
28 de noviembre de 2022
Pastores, sua posição é demandante, e essas demandas trazem lutas particulares à sua família. A esposa de um pastor leva uma grande carga, mas em geral ela entra no ministério de forma voluntária. Os filhos do pastor, porém, são arrastados pela corrente da vocação de seus pais. Frequentemente é uma vida de necessidades e lutas sem igual. Estas lutas muitas vezes decorrem dos fracassos do pai. Isso não é para pôr toda a culpa nos pastores dos problemas de seus filhos. Mas é para dizer aos pastores que têm que trabalhar para ser bons pais. Meu próprio pai tem trabalhado muito nessa área. Ele tinha seus pontos cegos e fracos que tem sido uma fonte de tensão entre mim e ele. Mas hoje em dia, em seus 33 anos de ministério pastoral, nunca tem deixado de ser um pai melhor. Enquanto escrevia isso, pensava em seus fracassos, mas também pensava em seus sucessos. Muitos por sinal. Também pensei nas dúzias de conversas que temos tido com colegas, filhos de pastores, sobre essas lutas e suas relações com seus pais. Assim que meu relato não é produto da amargura de coração ou algum desejo de expor os defeitos de um bom homem. Eu amo meu pai. Meu desejo é ajudar a evitar certas lutas e derrotas de outros pastores e seus filhos. Então, aqui estão os sete aspectos importantes que um pastor pode considerar para ser um bom pai para seus filhos. Pastores, seu filho precisa...
28 de noviembre de 2022
Katy Perry. Rick Warren. Anne Graham Lotz. Franklin Graham. Jonas Brothers. Frank Schaefer. Jessica Simpson. Todos esses nomes, por mais díspares que pareçam, têm algo em comum: todos são filhos de pastores.Katy Quando se trata de filhos de pastores, os estereótipos abundam. Primeiro, é o menino modelo, vivendo de acordo com o livro de regras e segue os passos do pai ministro. Em muitas igrejas, isso é uma expectativa e um estereótipo. No entanto, talvez o estereótipo dominante de filho de pastor seja o filho pródigo: o filho rebelde que caiu da fé, o reincidente que prefere seguir seu próprio caminho a viver à sombra da torre do sino. A suposição subjacente desse estereótipo, no entanto, é que os cristãos acreditam que aqueles que crescem na igreja são 'mais rápidos a deixá-la. E como acontece com qualquer estereótipo, vale a pena dar uma olhada para ver se alguma dessas percepções é realmente verdadeira. Afinal, os citados acima escolheram diferentes caminhos. Alguns assumiram voluntariamente o ministério como seu próprio chamado, enquanto outros se desligaram completamente da fé cristã, e ainda outros passaram por um período de rebelião apenas para voltar com um renovado senso de propósito espiritual. tendência tão grande como muitas vezes é percebida? O último estudo de Barna colocou essas questões a prova, com resultados surpreendentes.
28 de noviembre de 2022
ARE YOUR PARENTS PASTORS?
28 de noviembre de 2022
One of my earliest memories of the church is sitting on one of the cedar pews right at the front of the sanctuary. For some reason, pastors’ kids and preacher’s kids are always to be seated in front. Someone at some point had the brilliant idea of making others think that the further in the front one sit in the church, the more “holy” or “Christian” they are. In short, my memory is sitting on the bench and looking at a sister in Christ who, with her finger pointing at my face, told me: "Junior, you have to behave well because your dad is preaching!" Today, 30 years later, I still don't understand what the woman was trying to tell me. What, you mean if my dad was NOT preaching then I could misbehave? I don't want to sound tacky, but what did the fact that my dad was preaching have to do with me being good? Shouldn't we all be good all the time no matter who is preaching? Ah, the great mysteries of our universe! I don’t think there’s much mystery on this topic. I think it is obvious that as a church we face serious problems with those who are the children of “Leaders” or “Pastors”. In the same line of thought, I don’t want to blow this problem out of proportion. There are many of us, who had not rebelled and did not have the kind of problems that are generally associated with us. We have had problems, yes, but not that they necessarily fit the profile or reputation generally (and many times wrongly) attributed to the Pastors’ Kids.
28 de noviembre de 2022
Pastors, your position is demanding, and those demands bring particular struggles to your family. A Pastor's wife carries a heavy load, but she usually enters the ministry voluntarily. The children of a Pastor, however, are swept away by the current of their parents' vocation. It is often a life of unparalleled needs and struggles. These struggles often stem from the father's failures. This is not to place all the blame on Pastors for their children's problems. However, it is to tell the Pastors that they must work on being good parents. My own father has worked on this a lot. He has his blind spots and weaknesses that could be a source of tension between him and me. But to this day, in his 33 years of pastoral ministry, he has never stopped trying to be a better father. As I was writing this I was thinking about his failures, yes, but I was also thinking about his successes. Many by the way. I also thought about dozens of conversations I've had with fellow Pastors' Kids about such struggles and their relationships with their parents. So, my writing is not the product of bitterness of heart nor some desire to expose the faults of a good man. I love my dad. My desire is to help avoid certain struggles and defeats of other Pastors and their children. So, here are seven important aspects that a Pastor can consider in order to be a good father to his children. Pastors, your child needs...
27 de noviembre de 2022
Katy Perry, Rick Warren, Anne Graham Lotz, Franklin Graham, Jonas Brothers, Frank Schaefer, Jessica Simpson. All these names, however disparate they may seem, have something in common: they are all Pastors’ Kids. When it comes to the Pastors’ Kids, stereotypes abound. First, there is the model child, who lives by the rule book and follows in the footsteps of his minister father. In many churches, this is both an expectation and a stereotype. Perhaps the dominant stereotype of the Pastor's Kid, however, is the prodigal son: the wayward son, the rebel who has strayed from the faith, the backslider who would rather go his own way than live in the shadow of the steeple.  The underlying assumption of this stereotype, however, is that Christians believe that those who have grown closest to the church are the quickest to leave. And as with any stereotype, it's worth taking a closer look to see if any of these perceptions are actually true. After all, those named above have chosen different routes. Some have voluntarily assumed the ministry as their own vocation, while others have completely disassociated themselves from the faith. Christian, and others have gone through a period of rebellion only to return with a renewed sense of spiritual purpose. So, where does this stereotype of the Pastor’s prodigal son come from? Are those who grow up as children of faith workers really more likely to “disappear” from the church later in life? And is it as big a trend as it is often perceived to be? Barna's latest study put these questions to the test, with surprising results.
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