Filho de Pastor... O PIOR?

28 de noviembre de 2022

Uma de minhas primeiras lembranças


da igreja é estar sentado num dos bancos de cedro na frente. Por alguma razão, os filhos de pregadores e pastores sempre se sentam na frente. Alguém já teve a brilhante ideia de fazer os outros pensarem que quanto mais na frente se senta na igreja, mais "santo" ou mais


"cristão" é?


Enfim, minha memória é estar naquele banco e ver uma irmã apontando seu dedo para o meu rosto e dizer: "Junior, você tem que se comportar bem porque seu pai está pregando!"


Hoje, 30 anos mais tarde, ainda não entendo o que a irmãzinha estava tentando me dizer. O qué? Quer dizer que se meu pai NÃO estivesse pregando então eu poderia me comportar mal? Não quero soar pouco esperto, mas o que tinha a ver o fato de meu pai estar pregando com o fato de eu me comportar bem?


Por acaso não deveríamos todos nos comportar bem, sem importar quem esteja pregando? Ah, os grandes mistérios do nosso universo!


Acho que não há muito mistério. Acredito que é obvio o sério problema que enfrentam como igreja aqueles que são filhos de "lideres" ou "pastores". Ao mesmo tempo, não quero colocar o problema fora de proporção. Há muitos filhos de líderes cristãos que não tiveram os tipos de problemas de rebelião que geralmente nos são atribuídos. Tivemos problemas, sim, mas não preenchemos o perfil que geralmente (e muitas vezes erroneamente) é atribuído aos filhos de pastores.


Quero ser claro aqui, sei que não fui uma criança merecedora do diploma ao melhor comportamento. Quando criança eu não precisava de oração,


acho que precisava de libertação! Basta perguntar aos meus professores de Escola Dominical ou aos colegas de ministério de meus pais. Não me lembro muito bem, mas acho que quando eu entrava no prédio da Escola Dominical nas manhãs de domingo, os professores não diziam: "Uau, lá vem Júnior", acho que diziam: "Uau, lá vem o gadareno"


E julgando minhas memórias agora como uma pessoa mais velha, tenho que concordar que meus pobres professores estavam certos!

O interessante é que agora também posso julgar que meu comportamento não era porque eu era filho de um pregador, mas era o resultado de ser uma criança hiperativa. Sim, eu era filho de pastor, mas também era hiperativo. E lembro que havia outras crianças hiperativas e travessas como eu na igreja, mas nelas, os irmãos viam esse comportamento como normal. Em mim, eles viam como resultado de ser filho de pastor. Acho que essa é a raiz do problema: as expectativas que temos dos filhos de nossos líderes.


Nós os medimos com a mesma medida com que medimos nossos líderes. Vemos Pedrinho, vemos Suzaninha, e queremos ver um pastorzinho ou uma pastorinha.


Estamos muito errados.


Se ao menos deixássemos os filhos de nossos pastores e líderes em paz.


Se deixá-los ser de acordo com sua personalidade. Se os disciplinássemos de acordo com sua idade e não de acordo com a posição de seus pais, eles cresceriam em um ambiente que respeitariam porque perceberiam que as pessoas ao seu redor respeitam sua personalidade, seu jeito de ser e seu espaço pessoal.


Como queremos que os filhos de nossos líderes seiam luminares se eles cresceram com a famosa frase desde pequenos:


"Filho de pastor, o pior"?


Certa vez, depois de fazer uma das minhas famosas travessuras na igreja (coloquei um rato branco na bolsa da minha professora


-ela já me perdoou), um dos adultos olhou para mim com o olhar de um deus grego e disse: "Bem que dizem, filho de pastor, o pior".


À noite, depois de ter sido disciplinado


em casa pelo meu ato, perguntei à minha mãe o que aquela frase significava. Ela me disse "Quem te disse isso, filhinho?"


"Irmão Ramiro" -respondi, sem entender a cara de curiosidade da minha mãe (agora entendo-a!). "Ah" -respondeu - "o irmão Ramiro ficou confuso, o que ele quis dizer foi "filho de pastor, o melhor!" Minha mãe sempre semeou positivismo no meu coração. "O que você fez foi errado", - continuou me dizendo - "mas o que o irmão Ramiro te falou não foi por isso. Você é tão bom e tão fofo - (quero acreditar que ainda sou!) - que você é o melhor."


O que estamos plantando no coração dos filhos de nossos líderes? Você não acha que se nós plantarmos neles que são os melhores e que são especiais, eles vão crescer se comportando como os melhores e os mais especiais?


Com base em minha própria experiência, gostaria de compartilhar o que acredito ser as responsabilidades da igreja para com os fi


Também gostaria de compartilhar o que aprendi com meus pais crescendo como filho de um líder. E como "bônus" quero compartilhar alguns pensamentos com meus companheiros guerreiros, filhos de pastores.

COISAS QUE APRENDI NA IGREJA

Meu pai é o pastor, não eu. Em 1 Crônicas


29 vemos um exemplo clássico disso.


O rei Davi estava dando suas últimas instruções para a construção do templo e a continuação do Reino. O capítulo começa com a instrução firme e específica para toda a congregação: "Somente meu filho


Salomão escolheu Deus. Ele é jovem e imaturo.." Uau! Davi não estava apenas falando para "sua" congregação, ele estava falando a todos nós. Os filhos de nossos líderes têm sido escolhidos por Deus


para estar na obra com seus pais, mas não são como seus pais, por um tempo serão jovens e imaturos. A igreja adulta e madura tem a responsabilidade de amá-los desta forma e ajudar seu crescimento espiritual para que seu amor pela igreja cresça e não diminua como muitas vezes acontece.


Castigue-me porque me comportei mal, não porque meu pai é pastor. Não estou dizendo que você tem que tolerar o mau comportamento. Mas acredito que devemos ser justos e disciplinados pelas razões certas. Os procedimentos disciplinares que a igreja tem devem ser aplicados. Mas não há desculpa para levantar a bandeira banal de que "você tem que dar o exemplo", exemplo de quê? Ou "você não tem vergonha, seu pai é o pastor". Não! Não tenho vergonha de me comportar mal, nem tenho vergonha de meu pai ser o pastor.


Recompense-me por quem eu sou, não por quem meus pais são. Muitas vezes os irmãos da igreja cometem o erro de dar privilégios aos filhos do pastor, não porque sejam competentes, mas para que o pastor se sinta bem que seus filhos sejam levados em conta. Se os filhos do pastor são bons cantando, deve-se fazê-los cantar, se não são bons cantando, coloque-os como jumentinhos no drama de entrada de Jesus em Jerusalém, mas não lhes dê um privilégio que não lhes corresponda. E quando lhes derem o privilégio, certifique-se de que eles saibam que é por mérito deles e não pelos méritos de seus pais.


O líder da congregação é meu pai, não eu. Muitas vezes, os filhos de pastores recebem uma certa aura de autoridade por causa da posição que o pai ou a mãe ocupam. Isso é um erro grave, especialmente se forem adolescentes. Os filhos dos líderes têm o direito de fazer fila do lado de fora do estacionamento antes de um evento como todos os outros. Eles têm o direito de sentar-se na parte detrás se estiverem atrasados. Eles têm o direito de não poder estacionar seu próprio carro em um estacionamento preferencial. Passamos a mensagem errada aos filhos dos líderes e ao resto da congregação quando as crianças têm privilégios desproporcionais.


A menos que a congregação seja propriedade do pastor e da pastora, a verdade é que não deve haver membros da igreja com melhores


"benefícios".

COISAS QUE APRENDI COM MEUS PAIS

Nunca os ouvi falar mal do ministério. Meus pais nunca nos envenenaram com queixas do ministério. E imagino que houvesse. Eles nunca falaram mal dos "irmãos" na nossa frente. Lembro-me uma vez que meu pai teve que deixar a liderança de um ministério por ambição de outra pessoa que queria seu cargo, meus pais nunca falaram mal da situação ou do irmão. Como meus pais nunca reclamaram do ministério, cresci aprendendo que era a vida mais emocionante que existia e, naturalmente, pedi a Deus que me chamasse para a obra assim como havia chamado meus pais.


Nunca nos pediram para nos comportarmos como "filhos de pastores".


Muitas vezes nossos líderes pedem a seus filhos que deixem de fazer algo ou se comportem de certa forma pela posição de liderança que eles têm. Tenho más notícias para você, seu lar é mais importante que seu ministério. Se você se sente pressionado para que seus filhos "deem exemplo", dê o exemplo primeiro, dedique-se mais aos seus filhos do que ao seu ministério.


Muitas das coisas que fiz e muito do meu comportamento muitas vezes devem ter envergonhado meus pais. Mas eles pediam


que eu mudasse, não porque fossem


"líderes", mas porque eu tinha que honrar a Deus. Isso era o que era importante para eles; então eu também cresci aprendendo que isso deveria ser o importante para mim.


Na igreja e em casa, meus pais eram os mesmos. Com tristeza tenho que dizer que ao aconselhar muitos filhos de pastores, percebo a dupla mensagem que recebem de seus pais. Na igreja meu pai era gentil com minha mãe, na intimidade de nossa casa também. Diante dos irmãos minha mãe era carinhosa comigo - apesar de minhas maravilhosas travessuras! - na intimidade


de nossa casa também. No púlpito meu pai pregava com poder sobre a oração e quando eu me levantava para ir ao banheiro às 4:00 da manhã eu via meu pai de joelhos orando, todos os dias.


Minha mãe repreendia as irmãs para que parassem de assistir novelas e lessem sua


Bíblia. Em casa, se minha mãe não estava fazendo seus afazeres, estava lendo sua


Bíblia, sempre. Na igreja e em casa, meus pais eram os mesmos.

COISAS QUE APRENDI COMO FILHO DE PASTOR

Deus tem um lugar especial em Seu coração para os filhos de pastor. Deus sabe que muitas vezes eu tive que


"compartilhar" meus pais com Sua Obra.


As noites que talvez tenha adormecido e meu pai ainda não tinha chegado porque o culto se tinha estendido. Nos fins de semana que não podia ir ao parque de diversões como todos meus amiguinhos porque íamos à igreja. A vez que eu queria ir ver meu time de futebol favorito, mas nesse dia, o meu pai já tinha o compromisso de pregar. Deus guarda tudo isso no Seu coração de Pai e nos recompensa. Talvez tenhamos chorado porque nosso modo de vida é diferente do das famílias de nossos amigos. Deus sabe disso, por isso prometeu que aqueles que semeiam com lágrimas colherão com alegria. No meu caso, como tenho colhido bem!


Os filhos são o presente de Deus aos pais. No Salmo 127, Salomão descreve o que ele viu no seu pai, o rei Davi.


Obviamente, Davi fez Salomão sentir que ele, como filho, era a maior bênção que ele tinha. "Eis que os filhos são herança do Senhor, e o fruto do ventre, o seu galardão." (ver. 3). Nós somos herança de Deus para nossos pais. É um privilégio para eles nos ter, e é nosso privilégio ser


esse presente de Deus para eles. Talvez você não goste da ideia de nascer no lar de um pastor, mas você não pode mudar isso porque Deus quer que isso seja uma bênção para você e para seus pais. É um privilégio muito grande. Não somos filhos dos anciãos da igreja, não somos filhos da professora da Escola Bíblica Dominical.


Somos filhos de nossos pais e somos um presente de Deus para eles, se a igreja não gosta disso, o problema é dela.


Meu pai é o pastor, vai faltar tudo..


Às vezes, dependendo da natureza do Ministério, os lares dos pastores e líderes não têm todo o conforto que as crianças


"Eles nunca falaram mal dos "irmãos" na nossa frente"


gostariam de ter. Ainda assim, Deus nunca os abandona e sempre lhes dá o que eles precisam. Felizmente, muito ministérios cuidam bem de seus líderes e de suas


famílias. Talvez, como filho de um pastor ou líder, você tenha se sentido limitado no que tem e no que pode ter. Temos que lembrar que fomos chamados como família para servir a Deus pela fé, não pelo dinheiro. E no final do caminho você perceberá que vale muito mais a pena viver pela fé do que pelo trabalho. Talvez você não teve todas as coisas que queria, mas eu sei que você teve o que precisava.


Toda vez que você quis algo que não pôde ter por causa do chamado de seus pais, Deus o concederá ao longo de sua vida.


Seus filhos colherão o que você semeia.


Não diga que você cresceu pobre, porque esse é um termo de nossa sociedade consumista e materialista. Pobre não é


aquele que não tem, pobre é aquele que não acredita. Os filhos de pastores podem não herdar terras, nem fortunas, nem reinos, mas herdamos algo mais valioso. Herdarmos algo que outros, por mais que amem a Deus, não podem herdar se não estiverem na obra. Ficamos com um legado espiritual, o fato de que nossos pais não serviram na indústria, não serviram no Governo ou nos negócios, serviram com suas vidas e seus filhos ao Deus Altíssimo, Criador do universo. ...mas eu e minha casa serviremos ao Senhor" é mais do que um belo versículo em Josué 24 para pendurar na cozinha. E a declaração de Josué para a congregação e para seus próprios filhos de que a coisa mais importante que ele deixou para sua família não foi terra, bens ou qualquer outra coisa material, a herança que ele deixou foi que ele e sua família serviram e servirão a Jeová.


Filho de pastor... o pior? Acho que não.


Seremos, em grande medida, o que a igreja espera que sejamos. Igreja, instrua o filho do pastor em seu caminho e quando crescer não se desviará dele.

22 de marzo de 2023
Hubo un momento en la nación de Israel, cuando la generación de sus grandes líderes fundadores había pasado a la historia.
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Era el 2 de noviembre del 2017 cuando todo comenzó. Tenía poco de haber cumplido 18 años.
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¿Por qué los hijos de pastores necesitan oración?  ¿Qué los hace tan especiales? En realidad, nada.
28 de noviembre de 2022
TEUS PAIS SÃO PASTORES?
28 de noviembre de 2022
Pastores, sua posição é demandante, e essas demandas trazem lutas particulares à sua família. A esposa de um pastor leva uma grande carga, mas em geral ela entra no ministério de forma voluntária. Os filhos do pastor, porém, são arrastados pela corrente da vocação de seus pais. Frequentemente é uma vida de necessidades e lutas sem igual. Estas lutas muitas vezes decorrem dos fracassos do pai. Isso não é para pôr toda a culpa nos pastores dos problemas de seus filhos. Mas é para dizer aos pastores que têm que trabalhar para ser bons pais. Meu próprio pai tem trabalhado muito nessa área. Ele tinha seus pontos cegos e fracos que tem sido uma fonte de tensão entre mim e ele. Mas hoje em dia, em seus 33 anos de ministério pastoral, nunca tem deixado de ser um pai melhor. Enquanto escrevia isso, pensava em seus fracassos, mas também pensava em seus sucessos. Muitos por sinal. Também pensei nas dúzias de conversas que temos tido com colegas, filhos de pastores, sobre essas lutas e suas relações com seus pais. Assim que meu relato não é produto da amargura de coração ou algum desejo de expor os defeitos de um bom homem. Eu amo meu pai. Meu desejo é ajudar a evitar certas lutas e derrotas de outros pastores e seus filhos. Então, aqui estão os sete aspectos importantes que um pastor pode considerar para ser um bom pai para seus filhos. Pastores, seu filho precisa...
28 de noviembre de 2022
Katy Perry. Rick Warren. Anne Graham Lotz. Franklin Graham. Jonas Brothers. Frank Schaefer. Jessica Simpson. Todos esses nomes, por mais díspares que pareçam, têm algo em comum: todos são filhos de pastores.Katy Quando se trata de filhos de pastores, os estereótipos abundam. Primeiro, é o menino modelo, vivendo de acordo com o livro de regras e segue os passos do pai ministro. Em muitas igrejas, isso é uma expectativa e um estereótipo. No entanto, talvez o estereótipo dominante de filho de pastor seja o filho pródigo: o filho rebelde que caiu da fé, o reincidente que prefere seguir seu próprio caminho a viver à sombra da torre do sino. A suposição subjacente desse estereótipo, no entanto, é que os cristãos acreditam que aqueles que crescem na igreja são 'mais rápidos a deixá-la. E como acontece com qualquer estereótipo, vale a pena dar uma olhada para ver se alguma dessas percepções é realmente verdadeira. Afinal, os citados acima escolheram diferentes caminhos. Alguns assumiram voluntariamente o ministério como seu próprio chamado, enquanto outros se desligaram completamente da fé cristã, e ainda outros passaram por um período de rebelião apenas para voltar com um renovado senso de propósito espiritual. tendência tão grande como muitas vezes é percebida? O último estudo de Barna colocou essas questões a prova, com resultados surpreendentes.
28 de noviembre de 2022
ARE YOUR PARENTS PASTORS?
28 de noviembre de 2022
One of my earliest memories of the church is sitting on one of the cedar pews right at the front of the sanctuary. For some reason, pastors’ kids and preacher’s kids are always to be seated in front. Someone at some point had the brilliant idea of making others think that the further in the front one sit in the church, the more “holy” or “Christian” they are. In short, my memory is sitting on the bench and looking at a sister in Christ who, with her finger pointing at my face, told me: "Junior, you have to behave well because your dad is preaching!" Today, 30 years later, I still don't understand what the woman was trying to tell me. What, you mean if my dad was NOT preaching then I could misbehave? I don't want to sound tacky, but what did the fact that my dad was preaching have to do with me being good? Shouldn't we all be good all the time no matter who is preaching? Ah, the great mysteries of our universe! I don’t think there’s much mystery on this topic. I think it is obvious that as a church we face serious problems with those who are the children of “Leaders” or “Pastors”. In the same line of thought, I don’t want to blow this problem out of proportion. There are many of us, who had not rebelled and did not have the kind of problems that are generally associated with us. We have had problems, yes, but not that they necessarily fit the profile or reputation generally (and many times wrongly) attributed to the Pastors’ Kids.
28 de noviembre de 2022
Pastors, your position is demanding, and those demands bring particular struggles to your family. A Pastor's wife carries a heavy load, but she usually enters the ministry voluntarily. The children of a Pastor, however, are swept away by the current of their parents' vocation. It is often a life of unparalleled needs and struggles. These struggles often stem from the father's failures. This is not to place all the blame on Pastors for their children's problems. However, it is to tell the Pastors that they must work on being good parents. My own father has worked on this a lot. He has his blind spots and weaknesses that could be a source of tension between him and me. But to this day, in his 33 years of pastoral ministry, he has never stopped trying to be a better father. As I was writing this I was thinking about his failures, yes, but I was also thinking about his successes. Many by the way. I also thought about dozens of conversations I've had with fellow Pastors' Kids about such struggles and their relationships with their parents. So, my writing is not the product of bitterness of heart nor some desire to expose the faults of a good man. I love my dad. My desire is to help avoid certain struggles and defeats of other Pastors and their children. So, here are seven important aspects that a Pastor can consider in order to be a good father to his children. Pastors, your child needs...
27 de noviembre de 2022
Katy Perry, Rick Warren, Anne Graham Lotz, Franklin Graham, Jonas Brothers, Frank Schaefer, Jessica Simpson. All these names, however disparate they may seem, have something in common: they are all Pastors’ Kids. When it comes to the Pastors’ Kids, stereotypes abound. First, there is the model child, who lives by the rule book and follows in the footsteps of his minister father. In many churches, this is both an expectation and a stereotype. Perhaps the dominant stereotype of the Pastor's Kid, however, is the prodigal son: the wayward son, the rebel who has strayed from the faith, the backslider who would rather go his own way than live in the shadow of the steeple.  The underlying assumption of this stereotype, however, is that Christians believe that those who have grown closest to the church are the quickest to leave. And as with any stereotype, it's worth taking a closer look to see if any of these perceptions are actually true. After all, those named above have chosen different routes. Some have voluntarily assumed the ministry as their own vocation, while others have completely disassociated themselves from the faith. Christian, and others have gone through a period of rebellion only to return with a renewed sense of spiritual purpose. So, where does this stereotype of the Pastor’s prodigal son come from? Are those who grow up as children of faith workers really more likely to “disappear” from the church later in life? And is it as big a trend as it is often perceived to be? Barna's latest study put these questions to the test, with surprising results.
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